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PEDRO O URSO BRANCO

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Locução: Sandra Fernandes

História em Língua Gestual

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Conheci um urso branco, polar, animal do ártico – que é uma região do norte do nosso planeta onde as temperaturas são sempre muito baixas – este urso branco era desses que passam mais tempo na água do que em terra, até porque a terra dele é o polo norte e o polo norte está sempre gelado e os pés no gelo ficam num estado que não se pode.

Pedro, o urso. 

Ao contrário de todos os outros ursos, o Pedro urso adorava música e o seu maior desejo era ser cantor, atuar num grande palco, ter os fãs à porta, as ursas todas a suspirarem e a pedirem-lhe autógrafos. Ponha aqui a sua pata, grande cantor! E o Pedro urso punha a pata, assinando assim como lhe pediam, os ursos não têm grande jeito para a escrita e fazem assim os seus autógrafos, passando a pata onde lhe pedem que a pousem. 

O urso branco ouvia rádio de manhã à noite e nos intervalos ouvia as canções dos seus cantores preferidos, o António Marujo, a Lena Sete Mares, o Ogan Colibris, a Cravinho e a Maria Brisa. Sabia as canções todas e por vezes ia para cima de um bloco de gelo, o mais alto que encontrava, e cantava, cantava, cantava, até não poder mais. 

Quase todos os habitantes do polo, a começar pelos outros ursos, as focas, os leões marinhos,  as andorinhas do ártico, os pinguins, os bois-almiscarados, os lobos, as baleias, até os peixes, vinham ouvi-lo e aplaudi-lo e apreciá-lo. 

Qualquer dia, organizo aqui um grande festival, o Rock in Oceano, ou o Inverno Sound, pensava o Pedro urso branco, cheio de vontade de tornar-se uma estrela ao nível mundial. Qualquer dia compro uma viola e vocês vão ver. 

Mas enquanto nada disto acontecia, cantava. Cantava no cimo do bloco de gelo, nas longas caminhadas pela neve, até cantava no banho e que bem que se estava na água nos mais agradáveis banhos musicais. Pedro, o urso branco, a vedeta dos polos. Não duvides.

Alexandre Honrado

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Vem Dançar e Cantar

A cor dos meus olhos

Não me tiram esta cor
Que tenho nos meus olhos
Se é assim o meu amor
Eu vejo com os meus olhos

Qualquer coisinha…

Qualquer coisinha
Me sabe tão bem
Cantar na cozinha
No banho também

Voltas que se dão

Voltas que se dão
Tantas voltas que se dão
Só para se ser feliz
Aquece o coração

Guerra e Paz

Guerra e Paz

Qual o valor da terra
Se dá flor para murchar
Qual o sabor da guerra
Quando a paz se ganha a matar

25 de Abril

Liberdade

A minha voz
Tem os sonhos a girar
A minha pele
É janela colorida

Qual?

Qual é a cor
Que trazes para mim
Será que tem princípio?
Será que tem fim?

Olha para mim

Olha para mim
Que estou aqui
P´ra te cantar
Sabes mesmo assim

Dar a volta ao mundo

O que é meu
O que é teu
Já não sei
Não sei bem

Ninguém à janela

Quando olho para ti

O que é meu
O que é teu
Já não sei
Não sei bem

História com açucar nos dentes

Que docinho

O que é meu
O que é teu
Já não sei
Não sei bem

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