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GUERRA E PAZ

Guerra e Paz

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Locução: Alexandre Honrado

História em Língua Gestual

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Não sei bem como explicar isto.
É como se cem mariposas quisessem crescer dentro do mesmo casulo: 
Não cabes aqui,
Chega-te para lá,
Este é o meu lugar.
E de repente andam todas à bulha e todas a pensar que têm razão.
É assim que começam as guerras. Uns de um lado, outros do outro, a primeira discussão leva à segunda discussão e de repente anda tudo aos tiros, há feridos pelo chão e mortos que nunca mais voltam para os seus amigos, as suas famílias, as suas formas de fazer a paz, que essa é o oposto da guerra e permite sempre coisas maravilhosas. 
A paz é como mariposas a saírem de casulos enchendo de cor os ares, assim a parecerem-se com flores a voar.
Na guerra, na guerra a sério, nada é como nos filmes e nas brincadeiras com armas a fingir.
A guerra, a zaragata, a pancadaria, o conflito, a agressão, a violência são coisas iguais entre si. São a vergonha dos seres humanos, são tiros nos sorrisos, são explosões de lágrimas.
Às vezes as pessoas são arrastadas para a guerra. Porque um chefe comandou para o lado errado, porque alguém mandou obedecer. Uma coisita qualquer e pronto, vira-se tudo ao contrário.
O mundo sempre teve guerras. Mas a coisa mais extraordinária é que também sempre teve paz que é a única forma extraordinária de acabar com as guerras.

Alexandre Honrado

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Vem Dançar e Cantar

De cá para lá

De cá para lá
De lá para cá
Segue assim o mundo
Se eu não estou cá

A cor dos meus olhos

Não me tiram esta cor
Que tenho nos meus olhos
Se é assim o meu amor
Eu vejo com os meus olhos

Qualquer coisinha…

Qualquer coisinha
Me sabe tão bem
Cantar na cozinha
No banho também

Voltas que se dão

Voltas que se dão
Tantas voltas que se dão
Só para se ser feliz
Aquece o coração

Guerra e Paz

Guerra e Paz

Qual o valor da terra
Se dá flor para murchar
Qual o sabor da guerra
Quando a paz se ganha a matar

25 de Abril

Liberdade

A minha voz
Tem os sonhos a girar
A minha pele
É janela colorida

Qual?

Qual é a cor
Que trazes para mim
Será que tem princípio?
Será que tem fim?

Olha para mim

Olha para mim
Que estou aqui
P´ra te cantar
Sabes mesmo assim

Dar a volta ao mundo

O que é meu
O que é teu
Já não sei
Não sei bem

Ninguém à janela

Quando olho para ti

O que é meu
O que é teu
Já não sei
Não sei bem

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