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HISTÓRIA COM AÇÚCAR NOS DENTES

História com açucar nos dentes

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Locução: Teresa Silva

História em Língua Gestual

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Dentro de um açucareiro, quinze formigas conversavam e aproveitavam não só para almoçar como para escolher pedacinhos de açúcar, e até torrões maiores, para o jantar.
– Disse a Formiga Rabiga, que entrava sempre nas histórias, mas que agora está reformada, disse a Rabiga que comer açúcar faz mal aos dentes. E à saúde, de um modo geral.
– A Formiga Rabiga nunca teve dentes – disse a Formiga Alzira para a outra amiga.- E se faz mal à saúde, como é que ela chegou à idade a que chegou, com aquele aspeto tão saudável?
– É bem velhota? Quantos terá?
– Anos? Uma enormidade ou talvez o dobro.  Mas tem razão. O açúcar faz mal aos dentes e à saúde. À saúde de quem tem dentes e à saúde que quem os não tem.
– Vocês – disse a Formiga Tirolesa – não têm modos à mesa. Falam de boca cheia. E de coisas horríveis. Falem de coisas boas!
– Coisas doces – disse a Formiga Alzira.
– A Formiga Rabiga diz que os doces fazem mal à saúde e aos dentes, de um modo geral – disse a Formiga Hermengarda, que até costumava estar sempre calada.
– Não estou a gostar nada desta conversa. Como não tenho pressa de almoçar vou ali perguntar à vizinha lagarta como é que consegue ser vegetariana desde que nasceu. A quantidade de couves e outras coisas verdes que ela come! E é uma elegância, vista daqui para lá e olhada de lá para cá. Já volto, que até estou curiosa.
Disse, e foi.
– De caminho traz-me um bolinho – disse a Formiga Alzira, mas já ninguém a ouviu. A Tirolesa tinha-se ido embora e as outras estavam a almoçar.
– Que bem sabe o açúcar deste açucareiro – disse a Formiga Alzira e lambeu-se toda satisfeita.

Alexandre Honrado

Comentários

1 Comment

  1. Pedro

    Que lindo trabalho. As vozes das formigas estão perfeitas…

    Reply

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Vem Dançar e Cantar

De cá para lá

De cá para lá
De lá para cá
Segue assim o mundo
Se eu não estou cá

A cor dos meus olhos

Não me tiram esta cor
Que tenho nos meus olhos
Se é assim o meu amor
Eu vejo com os meus olhos

Qualquer coisinha…

Qualquer coisinha
Me sabe tão bem
Cantar na cozinha
No banho também

Voltas que se dão

Voltas que se dão
Tantas voltas que se dão
Só para se ser feliz
Aquece o coração

Guerra e Paz

Guerra e Paz

Qual o valor da terra
Se dá flor para murchar
Qual o sabor da guerra
Quando a paz se ganha a matar

25 de Abril

Liberdade

A minha voz
Tem os sonhos a girar
A minha pele
É janela colorida

Qual?

Qual é a cor
Que trazes para mim
Será que tem princípio?
Será que tem fim?

Olha para mim

Olha para mim
Que estou aqui
P´ra te cantar
Sabes mesmo assim

Dar a volta ao mundo

O que é meu
O que é teu
Já não sei
Não sei bem

Ninguém à janela

Quando olho para ti

O que é meu
O que é teu
Já não sei
Não sei bem

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